quinta-feira, 6 de junho de 2013

O NOSSO BEM MAIS PRECIOSO


A água é uma poesia em muitas formas e ela está presente em cada segundo das nossas vidas. Sem ela, somos nada. Até a vida de quem habita regiões que são verdadeiros desertos ou mesmo certas áreas do Nordeste brasileiro é completamente focada em onde encontrar a água de cada dia. Em aulas de arte, é fácil retratá-la através de imagens de rios, lagos, mares, poços e até copos e piscinas. Água caindo como chuva, neve ou numa cachoeira – ou mesmo da mangueira do quintal. Água subindo, em vapor ou em chafarizes. Água sólida, na forma de gelo dentro de um copo ou em imensas geleiras. Água intocável como nuvens e bruma.
Pode ser que tem água por todas as partes, que os oceanos são mares sem fim, mas é bom lembrar: a quantidade de água na Terra é finita.
Não se cria água, apenas se transforma do estado líquido em vapor ou em gelo e de volta em líquido. É cada vez mais importante e mais difícil conservar as águas existentes em condições de pureza. No decorrer desse século, vamos ter que fazer grandes esforços para preservar as fontes que temos dessa riqueza.
A água é fonte da vida. Não importa quem somos, o que fazemos, onde vivemos, nós dependemos dela para viver. No entanto, por maior que seja a importância da água, as pessoas continuam poluindo os rios e suas nascentes, esquecendo o quanto ela é essencial para nossas vidas.
A água é, provavelmente o único recurso natural que tem a ver com todos os aspectos da civilização humana, desde o desenvolvimento agrícola e industrial aos valores culturais e religiosos arraigados na sociedade. É um recurso natural essencial, seja como componente bioquímico de seres vivos, como meio de vida de várias espécies vegetais e animais, como elemento representativo de valores sociais e culturais e até como fator de produção de vários bens de consumo final e intermediário.
Segundo estatísticas, 70% do planeta é constituído de água, sendo que somente 3% são de água doce e, desse total, 98% está de água subterrânea. Isto quer dizer que a maior parte da água disponível e própria para consumo é mínima perto da quantidade total de água existente na nossa Terra. Nas sociedades modernas, a busca do conforto implica necessariamente em um aumento considerável das necessidades diárias de água.
Os recursos hídricos têm profunda importância no desenvolvimento de diversas atividades econômicas. Em relação à produção agrícola, a água pode representar até 90% da composição física das plantas. A falta d’água em períodos de crescimento dos vegetais pode destruir lavouras e até ecossistemas devidamente implantados. Na indústria, para se obter diversos produtos, as quantidades de água necessárias são muitas vezes superiores ao volume produzido.
Observando os dados abaixo, percebemos que precisamos começar a utilizar a água de forma prudente e racional, evitando o desperdício e a poluição, pois:
- Um sexto da população mundial, mais de um bilhão de pessoas, não têm acesso a água potável;
- 40% dos habitantes do planeta (2.400 milhões) não têm acesso a serviços de saneamento básico;
- Cerca de 6 mil crianças morrem diariamente devido a doenças ligadas à água insalubre e a um saneamento e higiene deficientes;
- Segundo a ONU, até 2025, se os atuais padrões de consumo se mantiverem, duas em cada três pessoas no mundo vão sofrer escassez moderada ou grave de água.

A ÁGUA NO MUNDO
No dia 22 de março, é comemorado o dia mundial da água. Se hoje os países lutam por petróleo, não está longe o dia em que a água será devidamente reconhecida como o bem mais precioso da humanidade.
A Terra possui 1,4 milhões de quilômetros cúbicos de água, mas apenas 2,5% desse total é doce. Os rios, lagos e reservatórios de onde a humanidade retira o que consome só correspondem a 0,26% desse percentual. Daí a necessidade de preservação dos recursos hídricos. Em todo mundo, 10% da utilização da água vai para o abastecimento público, 23% para a indústria e 67% para a agricultura.
A água doce utilizada pelo homem vem das represas, rios, lagos, açudes, reservas subterrâneas e em certos casos do mar (após um processo chamado dessalinização). A água para o consumo é armazenada em reservatórios de distribuição e depois enviada para grandes tanques e caixas d’água de casas e edifícios. Após o uso, a água segue pela rede de captação de esgotos. Antes de voltar à natureza, ela deve ser novamente tratada, para evitar a contaminação de rios e reservatórios.
A ÁGUA NO BRASIL
O Brasil é um país privilegiado no que diz respeito à quantidade de água. Tem a maior reserva de água doce da Terra, ou seja 12% do total mundial. Sua distribuição, porém, não é uniforme em todo o território nacional. A Amazônia, por exemplo, é uma região que detém a maior bacia fluvial do mundo. O volume d’água do rio Amazonas é o maior do globo, sendo considerado um rio essencial para o planeta. Ao mesmo tempo, é também uma das regiões menos habitadas do Brasil.
Em contrapartida, as maiores concentrações populacionais do país encontram-se nas capitais, distantes dos grandes rios brasileiros, como o Amazonas, o São Francisco e o Paraná. O maior problema de escassez ainda é no Nordeste, onde a falta d’água por longos períodos tem contribuído para o abandono das terras e para a migração aos centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro, agravando ainda mais o problema da escassez de água nestas cidades.
Além disso, os rios e lagos brasileiros vêm sendo comprometidos pela queda de qualidade da água disponível para captação e tratamento. Na região amazônica e no Pantanal, por exemplo, rios como o Madeira, o Cuiabá e o Paraguai já apresentam contaminação pelo mercúrio, metal utilizado no garimpo clandestino, e pelo uso de agrotóxicos nos campos de lavoura. Nas grandes cidades, esse comprometimento da qualidade é causado por despejos de esgotos domésticos e industriais, além do uso dos rios como convenientes transportadores de lixo.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

AQUECIMENTO JÁ ALTERA A CHUVAS NO MUNDO



Um novo estudo mostra pela primeira vez que o aquecimento global já está afetando os padrões de chuva no mundo, trazendo mais precipitação para o norte da Europa, para o Canadá e para o norte da Rússia e menos para regiões da África ao sul do Saara, da Índia e do Sudeste Asiático. 
As mudanças "já podem ter afetado de forma significativa os ecossistemas, a agricultura e a vida humana em regiões que são sensíveis a mudanças na precipitação, como o Sahel [na fronteira sul do Saara]", alerta o artigo científico na edição desta semana da revista britânica "Nature". 
Há tempos os cientistas dizem que o aquecimento global deve interferir com os padrões de chuva e neve, porque as temperaturas do ar e do mar, bem como a pressão atmosférica no nível do mar - forças que estão por trás dos padrões de precipitação - já estão mudando. 
Contudo, até agora, a evidência de que as mudanças de precipitação já estavam ocorrendo existia apenas de forma anedótica ou em modelos de computador. Um dos obstáculos para os cientistas era a falta de dados precisos e de longo prazo sobre a chuva ao redor do mundo, de forma a permitir que eles eliminassem a chance de mudanças simplesmente regionais ou cíclicas. 
Francis Zwiers, pesquisador do órgão de monitoramento ambiental Environment Canada, conseguiu combinar de forma coerente vários conjuntos de dados de forma a contornar esse problema. Eles foram comparados com simulações do clima global ao longo do século 20, e a conclusão é que há um elo claro entre o aquecimento global e as mudanças nos padrões de chuva, com uma "contribuição significativa" das temperaturas mais elevadas. 
Segundo o estudo, as regiões temperadas do hemisfério Norte passaram por aumentos de precipitação, enquanto as áreas tropicais do hemisfério Norte ficaram mais secas. Ao mesmo tempo, os trópicos do hemisfério Sul (área na qual se encaixa a quase totalidade do território brasileiro) ficaram mais chuvosos. 


Aquecimento pode deixar Andes sem água 
O aquecimento global está secando lagos montanhosos e pântanos nos Andes e colocando em risco o fornecimento de água a grandes cidades latino-americanas como La Paz, Bogotá e Quito, mostram pesquisas do Banco Mundial. O risco é especialmente grande no habitat úmido andino conhecido como páramo, responsável por 80% do fornecimento de água aos 7 milhões de habitantes de Bogotá, na Colômbia. 
A elevação das temperaturas está fazendo com que as nuvens que cobrem os Andes condensem-se a altitudes maiores. Segundo Walter Vergara, especialista do Banco Mundial em aquecimento global, o chamado ponto de orvalho vai se dar fora das montanhas, se isso continuar acontecendo. 
"Já estamos observando que os lagos e pântanos estão secando", disse ele sobre a pesquisa do Instituto de Estudos de Hidrologia, Meteorologia e Ambientais da Colômbia, financiada pelo Banco Mundial. As nuvens estão subindo a montanha por causa da mudança no clima, e em determinado momento vão acabar deixando a montanha." O derretimento das geleiras, também provocado pelo aquecimento global, pode prejudicar o fornecimento de água para Quito e a geração de energia hidrelétrica no Peru. 
Vergara foi o principal autor de uma pesquisa do Banco Mundial publicada no mês passado que concluiu que o Equador vai ter de gastar 100 milhões de dólares nas próximas duas décadas para compensar o recuo das geleiras - substituindo a água das geleiras pela da bacia amazônica, por exemplo. As geleiras das montanhas funcionam como um regulador, fornecendo água nos períodos de seca, quando derretem, e absorvendo a água nos períodos de umidade.   

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A ÁGUA, O FUTURO E DOIS TIPOS DE ESPERANÇA



Dia 22 de março foi o "Dia Mundial da Água”, criado pela ONU para que o mundo tome consciência e faça algo para evitar um grande desastre que poderá cair sobre a humanidade com a escassez de água potável no mundo.
Todos, ou quase todos, já viram ou ouviram falar do que pode acontecer se continuarmos desperdiçando um bem tão vital como água potável. Mas, parece que apenas um número relativamente pequeno está levando esse problema a sério. Por que será isso?
Muitos dos que estão engajados na campanha pela preservação de recursos naturais escassos, como água, parecem pressupor que as pessoas não se "conscientizaram” só porque ainda não conhecem suficientemente o problema. Assim, a contramedida seria falar mais, "conscientizar” mais. É claro que há muitos que ainda não conhecem esse problema, mas eu suspeito que haja outros fatores que levam pessoas que já conhecem, já tomaram consciência do problema da água, a viverem como se nada de grave fosse acontecer no futuro.
Deixe-me dar um exemplo do cotidiano para explicar melhor o que quero dizer. Quando algum conhecido nosso enfrenta um problema grave de saúde, nós costumamos encorajá-lo dizendo que "tudo vai ficar bem”. E isso é importante porque sem esperança a pessoa não encontra força para lutar contra a enfermidade ou para enfrentar os efeitos colaterais do tratamento. Essa expressão "tudo vai ficar bem” revela uma confiança de que há um ser superior dirigindo as nossas vidas. E, se ao final, a pessoa morre, dizemos aos seus entes queridos que ela foi para um lugar melhor. Isto é, "tudo vai ficar bem”, mesmo após a morte.
Esse tipo de "esperança” aparece também em algumas visões sobre a história da humanidade e do universo/criação. Há grupos – alguns ligados a eco-espiritualidade – que dizem que há um Deus bom e providencial guiando todo o universo. Todo o universo estaria prenhe do Espírito divino. E por isso a história da humanidade e de todo o universo caminha para um ponto de plenitude, e o bem vencerá o mal. É uma visão ampliada do "tudo vai ficar bem”.
Se "tudo vai acabar bem”, por que deveríamos levar a sério a ameaça de um futuro sombrio para humanidade por conta do desperdício da água potável? Quem compartilha dessa esperança "sabe” que Deus dará um jeito para resolver o problema no futuro. A esperança por detrás do "tudo vai acabar bem” é um tipo de esperança que pode conduzir a uma catástrofe. É um tipo de esperança que H. Hannoun chamou de "esperança expectante”, que apenas espera.
Há, especialmente entre cristãos mais fundamentalistas, um outro tipo de esperança que leva as pessoas a não fazer nada diante do desafio. É a esperança "apocalíptica” fundamentalista de que o mundo só terá jeito após a volta de Jesus, e essa volta será precedida por grandes catástrofes. Neste sentido, a crise da água potável seria um sinal positivo, pois apressaria a volta de Jesus.
As pessoas e os povos só atuarão de verdade e efetivamente se levarem a sério a ameaça que enfrentamos. E para levar a sério esse desafio, devemos abandonar as concepções "teológicas” de histórias dirigidas ou guiadas por deuses, Espírito ou por algum tipo de "lei da história”. Precisamos assumir, intelectual e existencialmente, que o futuro está aberto diante de nós. Mas, não nos engajamos nas lutas difíceis só porque descobrimos problemas graves. É preciso de uma força espiritual que nasce da esperança! Esperança essa que não seja somente "expectante”, mas que leva a uma ação. Uma esperança que nasce de uma fé de que o mundo e o futuro podem ser melhores; uma esperança que nos convoca para ação.



Escrito por ciro.redes às 21h20

quinta-feira, 28 de março de 2013

Era de Aquarius

                       

Cálculos


Era de Aquarius ou Era de Aquário, iniciando-se por volta de século XXVII e seguindo-se à presente Era de Pisces, é um período de tempo na astrologia. Essa era ocorrerá quando o Sol, no dia do equinócio de outono (hemisfério Sul)ou da primavera (hemisfério Norte), nascer a frente da Constelação de Aquário, sendo que atualmente o Sol nasce na Constelação de Peixes. Aproximadamente a cada 2160 anos o Sol, no dia do equinócio de outono (hemisfério Sul)ou da primavera (hemisfério Norte), nasce a frente de uma constelação diferente.

De acordo com os cálculos de diferentes estudiosos da astrologia, as datas prováveis aproximadas para entrada na Era de Aquarius serão 2638 d.C. (Elsa M. Glover), 2654 d.C. (Max Heindel) ou 2680 d.C. (Shepherd Simpson), contudo todas elas são bastante próximas umas das outras tendo em conta que são cálculos para um evento a ter lugar apenas no século XXV. É também entendido pelos astrólogos que esta não é uma divisão matemática do tempo, mas sim um processo, intitulado "Orbe de influência", através do qual uma era inicia a sua influência, de um modo cada vez mais visível, antes do final da era anterior.
Carl Jung referiu, em meados do século XX, que as Eras astrológicas são baseadas nas constelações reais e não nas secções de 30 graus do zodíaco. Como Pisces é uma constelação maior a transição para Aquarius só terá lugar apenas por volta de 2600 d.C.
Em 1929, a União Astronômica Internacional definiu as bordas das 88 constelações oficiais. A borda estabelecida entre Peixes e Aquário localiza o início da Era de Aquário por volta de 2600d.C.
                                  

Aspectos astrológicos


Terra, em adição ao movimento de rotação em volta de seu eixo, tem um movimento de precessão envolvendo uma lenta e periódica mudança do seu próprio eixo. Este movimento dá origem àprecessão dos equinócios na qual a posição do Sol na eclíptica na altura dos equinócios, medida em função de um fundo de estrelas fixas, muda gradualmente com o tempo (o Sol parece cruzar o equador no equinócio vernal, ou início do outono (hemisfério Sul)ou da primavera (hemisfério Norte), cada ano um pouco antes do ponto no qual cruzou o equador no ano anterior).
Em astrologia a Era Solar é definida pela constelação na qual o Sol aparece durante o equinócio vernal. Como cada signo do zodíaco tem (em média) 30 graus, cada era solar dura aproximadamente 70anos/grau × 30graus = 2.100 anos. Isto significa que o Sol cruza o equador no equinócio vernal em movimento de retrocesso de ano para ano a uma média de um grau em setenta e dois anos, uma constelação em cerca de 2156 anos e os doze signos em cerca de 25 868 anos (designado Grande Ano Sideral).
Esta é um divisão intelectual do círculo do zodíaco que coincide com as constelações no céu apenas um vez em cada 25 868 anos.
A última vez que este ponto de partida no zodíaco intelectual coincidiu com a constelação zodiacal foi em 498 d.C. Um ano depois destes pontos de ambos os zodíacos estarem concêntricos, o Sol cruzou o equador a cerca de cinquenta segundos de espaço para a constelação Pisces. No ano seguinte estava a um minuto e quarenta segundos em Pisces, e desde então tem vido a retroceder até que na actualidade o Sol cruza o equador a cerca de nove graus na constelação Pisces. Será pois apenas daqui por cerca de 600 anos que cruzará o equador celestial na constelação Aquarius.
Em termos simples, significa que a actual Era de Pisces inciou-se cerca de 500 d.C., dado que foi a última vez que, astronomicamente, o equinócio vernal ocorreu no primeiro ponto da constelação Aries, deixando-a e entrando na constelação de Pisces (altura em que os zodíacos intelectual e natural concordaram). Hoje em dia, o equinócio vernal ocorre, astronomicamente, a cerca de nove graus da constelação Pisces e será apenas por volta de 2600 d.C. que realmente finalizará o movimento em retrocesso por Pisces e entrará na constelação de Aquarius.
                      

Orbe de influência

Acerca dos efeitos visíveis na humanidade, é relatado que temos estado já a sentir as influências de Aquarius (designado como Orbe de influência) no desenvolvimento acelerado a nível individual, social, cultural, científico e tecnológico e na globalização ocorridos por todo o século XX.

[editar]Visão geral

Prediz-se que a Era Aquariana será uma era de fraternidade universal baseada na razão onde será possível solucionar os problemas sociais de maneira equitativa para todos e com grandiosas oportunidades para o desenvolvimento intelectual e espiritual, dado que Aquarius é um signo aéreo, científico, intelectual e o seu planeta regente, Urano, é associado com a intuição (conhecimento acima da razão) e percepções diretas do coração e, a nível mundano, este planeta rege a electricidade e tecnologia.

[editar]Visão Cristã ortodoxa

Segundo a visão de algumas correntes do cristianismo, a era de Aquário surgiria para substituir a de Pisces (Peixes), sendo que o peixe no caso teria o sentido de representar o símbolo do cristianismo (devido às iniciais de Jesus Cristo em grego), como teria sido usado pelos primeiros cristãos. Assim, era de aquário seria a era definida na Bíblia de domínio do anticristo, a era em que a Terra estaria fora de uma influência cristã e por isso seria uma era de enganos onde o mal seria encarnado e dominaria por um certo tempo. Eis a seguir alguns trechos bíblicos que reforçam tal visão:
1. "Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele,[...] Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição[anticristo], O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus". 2 Tessalonicenses 2:1-4
Aqui o apóstolo paulo refere-se ao dia do rapto da igreja por parte de Jesus, como ele havia prometido. Que não aconteceria sem que antes o anticristo tenha se revelado ao mundo.
2. "Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobre-virá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão". 1 Tessalonicenses 5:3
A visão cristã ortodoxa refere-se a paz descria acima como uma falsa paz proposta pelo anticristo ao mundo durante um período de sete anos.
3. Aqui, segundo o contexto, Daniel se refere à pessoa do anticristo: "Com muitos ele fará uma aliança que durará uma semana[Profeticamente sete anos]. No meio da semana ele dará fim ao sacrifício e à oferta. E numa ala do templo será colocado o sacrilégio terrível, até que chegue sobre ele o fim que lhe está decretado". Daniel 9:27
4. "De fato, muitos enganadores têm saído pelo mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em corpo. Tal é o enganador e o anticristo". 2 João 1:7
5. "Depois disseram: "Vamos construir uma cidade, com uma torre que alcance os céus. Assim nosso nome será famoso e não seremos espalhados pela face da terra". O Senhor desceu para ver a cidade e a torre que os homens estavam construindo. E disse o Senhor: "Eles são um só povo e falam uma só língua, e começaram a construir isso. Em breve nada poderá impedir o que planejam fazer. Venham, desçamos e confundamos a língua que falam, para que não entendam mais uns aos outros". Assim o Senhor os dispersou dali por toda a terra, e pararam de construir a cidade". Gênesis 11:4-8
Percebe-se pelo texto que Deus desaprova a unificação do mundo. Satanás tentará criar um reino unificado pela ultima vez antes da vinda de Jesus, que destruirá novamente a reconstruída "torre de babel", e reinará então, segundo o livro do apocalipse, para sempre com os seus eleitos.

[editar]Visão da tradição Cristã esotérica

Segundo o Cristianismo esotérico, a cada vez maior proximidade e posterior entrada na Era de Aquarius (Aquário) - a suceder após a actual Era de Pisces (Peixes, ou era regida pela "Espada") - proporcionará à maioria dos seres humanos a descoberta, a verdadeira vivência e o real conhecimento dos ensinamentos Cristãos mais profundos e interiores que Cristo menciona em Mateus 13:11 e Lucas 8:10. Esta era é vista como uma preparação intermédia para a Nova Galileia: os "novos céus e uma nova terra" que virá num tempo futuro não identificado. Na Era de Aquário que se aproxima é esperada a vinda ("está vindo") de um grande Instrutor espiritual através da escola que funciona como arauto desta era, num esforço "para dar à Religião Cristã um impulso numa nova direcção".

          
Acredita-se ainda que o homem com o cântaro de água mencionado no livro de Marcos, seja uma referência simbólica à entrada da humanidade na casa de Aquário. "E enviou dois dos seus discípulos, e disse-lhes: Ide à cidade, e um homem, que leva um cântaro de água, vos encontrará; segui-o. E, onde quer que entrar, dizei ao senhor da casa: O Mestre diz: Onde está o aposento em que hei de comer a páscoa com os meus discípulos? E ele vos mostrará um grande cenáculo mobilado e preparado; preparai-a ali." Mc 14:13-15





quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Após 30 anos, Brasil fará novo levantamento sobre florestas



O governo brasileiro anunciou que deve fazer um levantamento detalhado sobre suas florestas, 30 anos após o último inventário do tipo ter sido realizado no país.

A pesquisa mais recente foi divulgada em 1983, com dados levantados no fim da década de 70, e não levou em consideração todo o território nacional.



Além disso, o foco foi a quantidade de madeira disponível.

Desta vez, o estudo, que já teve início em 2011 em caráter de teste no Estado de Santa Catarina e no Distrito Federal, deverá abranger florestas de todo o país, incluindo a Amazônia.

O plano é coletar informações sobre tipos de árvores existentes, qualidade dos solos, áreas degradadas e estoque de biomassa e estima-se que o trabalho seja concluído em 2016.



O custo é avaliado em R$ 150 milhões, dos quais R$ 65 milhões serão liberados do Fundo Amazônia, administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Em 2009, o Brasil firmou um compromisso para reduzir em 80% o desmatamento da Amazônia até 2020.

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse que nenhum outro país do mundo com dimensões da envergadura do Brasil possui um estudo como esse.

Estima-se que 62% da área total do país (8,5 milhões de quilômetros quadrados) sejam compostos por florestas.

A FLORESTA AMAZÔNICA ESTÁ SECANDO


A adaptação da vegetação da floresta peruana a um futuro mais quente e seco é uma incógnita


Cidade de Atayala Ucayali, Peru

TARAPOTO, Peru— Para o ecólogo tropical Gregory Asner, sobrevoar a Amazônia Peruana a partir da cidade de Tarapoto é como voltar no tempo. Casas modernas, plantações de arroz e de palmeiras de dendê dão lugar a íngremes montanhas florestadas e depois a florestas verdes, virgens, que se curvam na direção do horizonte.

De repente a cobertura de árvores abaixo do avião bimotor se transforma em uma mancha cinza-amarronzada, um sinal dos danos da seca que, estima ele, pode afetar até metade das árvores.

Nesse canto remoto da região peruana de Ucayali, Asner, da Carnegie Institution for Science, na Stanford University, teme estar vendo o futuro. Nos últimos anos esse trecho de floresta foi atingido por duas enchentes do tipo “uma-a-cada-século” – uma em 2005 e outra em 2010. Esses períodos de seca podem se tornar mais frequentes conforme se elevam as temperaturas no Oceano Atlântico Norte tropical e humanos queimam milhares de quilômetros quadrados de floresta para cultivo.

Apesar de já ter tido temperaturas mais altas no passado, a Amazônia ocidental agora está sob o cerco de uma combinação de clima quente e crescimento de população humana que nunca enfrentou.

Cientistas se esforçam para determinar se as áreas protegidas existentes serão suficientes para resistir às mudanças que virão.

Atrás do avião, Asner vislumbra fumaça subindo dos incêndios iniciados para limpar terra para cultivo. A migração das highlands dos Andes colocou os estados da Amazônia peruana no topo dos gráficos de crescimento populacional, e o influxo de pessoas para a floresta.

O Ministério de Meio-Ambiente do Peru – usando imagens de satélite e softwares fornecidos pela Carnegie – calcula que o país perdeu aproximadamente 6475 quilômetros quadrados de floresta, uma área do tamanho de Delaware, entre 2005 e 2009, em relação aos 4550 quilômetros quadrados nos cinco anos anteriores.

A perda de florestas reduz a precipitação, estressando ainda mais as árvores restantes. “Cerca de 50% da chuva que cai na Amazônia é gerada pela própria floresta, por meio de transpiração e evaporação”, explica Asner. “O desmatamento exacerba o problema da seca, porque remove seu mecanismo interno de controle”.

Limpar campos e pastagens também deixa bordas de mata mais expostas, secando seu interior e tornando-as mais suscetíveis a pegar fogo se incêndios agrícolas se expandem.

De acordo com Simon Lewis, ecólogo florestal da University College London, incêndios durante as secas de 2005 e 2010 adicionaram 3,8 gigatoneladas de carbono à atmosfera. Em estudos genéticos recentes, Lewis descobriu que árvores amazônicas resistiram ao aquecimento climático, mas as mudanças foram mais lentas naquela época, e não eram impulsionadas por humanos, lembra ele. 

Diante de condições mais secas e quentes, árvores têm três opções:

“Indivíduos podem se aclimatar, espécies podem se adaptar ou migrar, ou são extintas”, observa Kenneth Feeley, biólogo da Florida International University.

Uma espécie floral pode se expandir para uma região mais fria, mas apenas na velocidade permitida pela dispersão de suas sementes.

Feeley, que estuda árvores na encosta leste dos Andes peruanos, ficou surpreso ao ver mudanças na vegetação em poucos anos. “Espécies estão se movendo encosta acima cerca de três metros verticais por ano – isso é muito rápido”, aponta ele, apesar de talvez não ser rápido o suficiente. “Com base na mudança climática que já está acontecendo, elas precisam se mover nove ou 10 metros verticais por ano”.

Nas terras baixas, o desmatamento reduz as áreas para as quais as espécies podem se mover. Campos, pastos e estradas também criam barreiras à dispersão.

O Peru tem algumas grandes áreas protegidas, como o Parque Nacional Manú, onde Feeley realiza seu trabalho, mas cientistas não sabem se essas áreas são grandes o bastante – ou se estão nos lugares certos – para permitir que espécies migrem em um clima que muda rapidamente.

Os cientistas, assim como as árvores, estão correndo contra o tempo.O regime de chuvas, a geologia e a topografia da Amazônia ocidental deram origem a um mosaico de ecossistemas tão diversos que são praticamente desconhecidos. Os cientistas têm poucos dados nos quais basear seus planos de conservação, explica Asner.

Enquanto Feeley registra as mudanças no solo, Asner sobrevoa a floresta em um avião equipado com um sistema de imageamento laser e um espectrômetro super-resfriado que consegue detectar 21 compostos químicos nas folhas da copa das árvores.

Depois de uma década comparando dados de espectrometria com a química de folhas podadas de copas de árvores, Asner declara que consegue identificar “impressões digitais” químicas de espécies com 80% de precisão – o bastante para criar um mapa da diversidade de espécies de dossel na Amazônia ocidental, da Colômbia à Bolívia, que dará a cientistas uma linha de base para comparar com mudanças futuras. Ele também está medindo o carbono florestal, que ajudará no cálculo de gases estufa liberados pelo desmatamento.

Como algumas espécies prosperam e outras falham em se adaptar, as mudanças climáticas produzirão “vencedores e perdedores”, observa Asner, que apresentou suas descobertas preliminares sobre o dano das secas em 7 de dezembro, na reunião da American Geophysical Union em San Fracisco.

Ele prevê “grande mudanças na configuração básica da Amazônia”, em um período de tempo bastante curto. “Tenho 44 anos”, declara. “Se tiver sorte e viver até os 80, verei tudo isso acontecer”.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

DIA MUNDIAL DA ÁGUA

História do Dia Mundial da Água, 22 de março, Declaração Universal dos Direitos da Água, sugestões de preservação, frases.


História do Dia Mundial da Água
O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.
Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.

No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.

Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.

Declaração Universal dos Direitos da Água
Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra. 
Frases sobre o Dia Mundial da Água:
- Água é vida. Vamos usar com inteligência para que ela nunca falte.
- O futuro de nosso planeta depende da forma com que usamos a água hoje.
- Todo dia é dia de água, pois ela está presente em tudo e em todos.
- O Dia Mundial da Água não é só para pensar, mas principalmente para agir: vamos usar este recurso natural com sabedoria para que ele nunca acabe.
- Sem a água não haveria vida na Terra! Pense nisso neste Dia Mundial da Água.

RAÇÃO DA MORINGA OLEÍFERA PARA ANIMAIS E HUMANOS

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