GERAÇÃO AQUÁRIO

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

RAÇÃO DA MORINGA OLEÍFERA PARA ANIMAIS E HUMANOS

RAÇÃO DA MORINGA OLEÍFERA PARA ANIMAIS E HUMANOS
- agosto 01, 2022 Nenhum comentário:
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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

AMEAÇA À SOBERANIA BRASILEIRA NA AMAZÔNIA: Projeto Triplo A

Triplo A: a nova ameaça à soberania brasileira na Amazônia
No Dia Mundial do Meio Ambiente, o Brasil se viu diante de uma proposta do presidente da Colômbia para criar um “corredor ecológico” que iria dos Andes ao Atlântico, passando pela Amazônia. Segundo o professor Rogério Maestri, porém, as preocupações supostamente ambientais do projeto podem esconder interesses estrangeiros bem mais perversos. 
De acordo com Maestri, de fato, o envolvimento da Gaia Foundation na proposta do Triplo A é mais um indício “de uma direção em termos de ocupação de espaço por outros países”.
“Cristo, porém, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: Todo o reino dividido contra si mesmo é devastado; e toda a cidade, ou casa, dividida contra si mesma não subsistirá”. – Mateus 12:25

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch
A nova ameaça à soberania brasileira na Amazônia: Projeto Triplo A
Fonte: http://br.sputniknews.com
O Professor visitante de Engenharia Hidráulica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Rogerio Maestri se preocupa não apenas com os aspectos técnicos da questão ambiental, mas também com os fatores geopolíticos por trás de ideias como a do chefe de Estado colombiano, Juan Manuel Santos, que anunciou publicamente em fevereiro que iria propor ao Brasil e à Venezuela este “ambicioso” corredor ecológico.
“Esse tal corredor ecológico, que pra mim não é um corredor, é uma verdadeira ocupação. É o germe de uma ocupação de uma parte do Brasil com o objetivo de isolá-lo do norte, do Caribe, e a América do Sul da parte norte”, disse o especialista em entrevista à Sputnik.



“Seria o maior corredor do mundo, com 136 milhões de hectares, que batizamos de Triplo A, pois seria andino, amazônico e atlântico, indo dos Andes até o Atlântico, no Brasil”, declarou Santos no programa oficial de televisão Agenda Colômbia, em 16 de fevereiro. Segundo as palavras do presidente colombiano, a proposta serviria para “preservar a área e como uma contribuição da humanidade para a discussão sobre como deter as mudanças climáticas”.
No entanto, de acordo com Maestri, é bastante provável que o discurso de Santos esconda intenções menos louváveis. Em primeiro lugar, conforme aponta o professor, o termo “corredor ecológico” é impróprio para qualificar o projeto do Triplo A.
“De acordo com o costume internacional, se fazem corredores com largura de, digamos, no máximo 1 km. (…) O que chamam de corredor ambiental é algo que varia aqui [no Triplo A] de 50km a 500km. Ele pode ser qualquer coisa, menos um corredor ambiental. É um rasgo que se faz no norte do Brasil”, ressaltou o professor Maestri.
De fato, segundo lembra Maestri, um corredor ecológico legítimo na Amazônia, a saber, que levasse em conta a necessidade de preservar a integridade de uma determinada extensão de mata a fim de garantir o fluxo genético entre espécies e evitar a endogamia, deveria integrar outras regiões mais prejudicadas pela exploração humana na região, e não teria a necessidade ambiental de ir até o Atlântico.
“Por que ir até o Atlântico? Se é problema ambiental, era pra ir mais para o sul, mais para baixo da Venezuela, por exemplo, e não precisava ir exatamente até o Atlântico. Chegar de um lado a outro é claramente estratégico, e não é por acaso que [o Triplo A] teria dois pontos de acesso”.

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PROJETO TRIPLO A: Esse tal corredor ecológico, proposto pelo presidente da Colômbia (um fantoche da elite que controla os EUA e Europa) que não é um corredor, é uma verdadeira ocupação. É o germe de uma ocupação de uma parte do Brasil com o objetivo de isolá-lo do norte, do Caribe, e a América do Sul da parte norte”
Talvez seja interessante notar que a ideia inicial do “ambicioso” projeto de Santos seja atribuída a Martín von Hildebrand, fundador da ONG Gaia Amazonas e membro da Gaia Foundation, organização também não governamental, mas com fortes vínculos com a Casa Real Britânica.
Segundo o site oficial da ONG inglesa, o trabalho na Amazônia começou com a mediação do ambientalista brasileiro José Lutzenberg, que também atuou no ministério do governo Fernando Collor de Mello. Na época, ele sofreu diversas críticas, sendo acusado inclusive de receber dinheiro indevido da Gaia Foundation, como noticiado pela revista Executive Intelligence Review, bem como de isolar os ambientalistas brasileiros das decisões políticas, preferindo o conselho de estrangeiros.
Todas as cabeças coroadas europeias gostam muito de ONGs – não as que queiram fazer alguma coisa no seu próprio país, mas que queiram fazer nos outros países”, afirmou o professor da UFRGS.
De acordo com Maestri, de fato, o envolvimento da Gaia Foundation na proposta do Triplo A é mais um indício “de uma direção em termos de ocupação de espaço por outros países”.
“Se se olha a tradição europeia, vê-se que eles enxergam muito longe… Não é, por exemplo, como o americano, que é um pouco mais intempestivo, que tenta invadir no momento. Os ingleses, europeus, em geral, têm um raciocínio mais em longo prazo. Então eles vão implantando essas pequenas coisas, esse tal corredor ecológico, que pra mim não é um corredor, é uma verdadeira ocupação”.
Além disso, Maestri também chama a atenção para o fato de a ideia ser patrocinada pela Colômbia, um dos maiores aliados dos EUA na América Latina, onde Washington dispõe de sete bases militares. 
“Do lado da Colômbia tem bases americanas, e do lado do Brasil pode ter bases francesas. Então nas duas extremidades ficam países do Norte, com grande possibilidade de ter acesso a esse ‘corredor’… a essa ocupação. Faz sentido dentro de uma lógica estratégica de OCUPAÇÃO”, explica o professor. 
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“E, se um reino se dividir contra si mesmo, tal reino não poderá subsistir; Marcos 3:24
Se efetuado, o Triplo A seria composto em 62% por território brasileiro, 34% por território colombiano e 4% por território venezuelano. Ou seja, a gestão do “corredor” teria que ser tripartite, o que, de acordo com Maestri, facilitaria a dominação estrangeira da região amazônica, especialmente porque o projeto da Gaia Foundation envolve o conceito de autogestão dos povos indígenas.  
 “Essas tribos estão em um processo de incorporação de tecnologias modernas, algumas ainda bem atrasadas, outras mais evoluídas. (…) Com essa autogestão, eles [os índios] ficam sujeitos à manipulação. É mais ou menos o que acontece em diversos países da África, que foram fragmentados ao extremo e agora são sujeitos a invasões permanentes de tropas neocoloniais. (…) Ou seja, essa visão de uma autodeterminação também serve [a interesses estrangeiros]; pode levar eles, daqui a um tempo, a escolherem o país que vai ser o seu suporte. Isso já contraria o princípio pétreo da Constituição que é a indivisibilidade do Brasil”, adverte o especialista. 
“Essas comunidades têm todo o direito e devem ser preservadas (…). Porém, provavelmente com o tempo – e isso é mais ou menos lógico –, essas culturas indígenas não vão ficar satisfeitas em viver na ‘Idade da Pedra’ e vão querer mais. Bem, quem vai fornecer esse mais? Vai ser o Brasil, a Colômbia, a Venezuela, ou os países europeus?”, acrescentou.
A gigantesca área abrangida pelo Triplo A guarda enormes reservas de água, minérios e biodiversidade. Ou seja, seria uma imensa riqueza a ser pretensamente “gerida” por povos indígenas, que, segundo observa o professor, “podem ser enganados por qualquer um, um posseiro qualquer”, assim como “podem ser enganados por outros países”. 
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Enquanto isso o país esta entregue nas mãos de políticos que só pensam em se locupletar enquanto estão no poder …. CADA POVO TEM O GOVERNO QUE MERECE… E OS POLÍTICOS QUE ELEGE…
Outra evidência dos interesses econômicos por trás da proposta, segundo o professor, é o fato de que o corredor abarcaria a região acima do Rio Amazonas – partes mais altas que, sendo mais secas, seriam mais aproveitáveis para atividades lucrativas, como a criação de gado.
De qualquer forma, o presidente colombiano prometeu apresentar o projeto na próxima conferência ambiental da COP 21, que será realizada entre os dias 7 e 8 de dezembro em Paris. Na opinião de Maestri, entretanto, a ideia não deve dar frutos pelo menos dentro dos próximos cinco anos. 
“É um projeto de longo prazo. Depois da COP 21, [a ideia] vai evoluindo, evoluindo, até que vão questionar a própria capacidade do Brasil de gerir essa parte. Como se eles, os europeus, americanos, fossem capazes de gerir. As florestas deles simplesmente foram acabadas. Onde teve colonialismo, acabaram com florestas imensas”, notou o professor.
“Somos tão incompetentes assim? Se a Amazônia existe, é porque tinha um governo brasileiro, que bem ou mal ainda a conservou. Qual a moral que têm países que desmataram, que colonizaram ao máximo – e ainda colonizam, agora com o neocolonialismo –, em chegar e falar que o Brasil é incapaz?” 
De acordo com Maestri, não se pode negar a importância da conservação da Amazônia, mas a tarefa deve ser levada a cabo “dentro da lógica nacional”. O especialista defende, sobretudo, a “presença forte do Exército brasileiro impedindo o corte dessas matas”, o reforço da ocupação do Estado na região e uma “cobertura de satélites” para melhorar o monitoramento, tarefa que, segundo ele, pode ser feita em parcerias múltiplas com outros países, inclusive com o sistema de navegação GLONASS, da Rússia, que acaba de ganhar sua segunda estação no Brasil.
No entanto, Maestri ressalva que o Estado tem que se fazer presente não só na parte da defesa, mas também na esfera social. “A Amazônia não é um vazio”, diz o professor, defendendo a necessidade de dar assistência em saúde e educação às pessoas que habitam a região amazônica. “Ocupar a Amazônia para evitar ser ocupado”, resume ele.
“Se o Estado brasileiro ocupar aquela região efetivamente, ninguém entra. Ocupar integralmente, desde o médico, da professora, do pequeno hospital, até as Forças Armadas”, concluiu o especialista.
  • Na Era de Ouro, as pessoas não estavam conscientes de seus governantes.
  • Na Era de Prata, elas os amavam e cantavam.
  • Na Era de Bronze, elas os temiam.
  • E por fim, na Era do Ferro (os dias do Kali Yuga, ou seja, HOJE), elas os desprezavam. Quando os governantes minam a confiança popular, as pessoas comuns (e Deus) perdem sua fé nos governantes.  – Retirado do Tao Te Ching
  • fonte: www.thoth3126.com.br

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quarta-feira, 14 de novembro de 2018

SERÁ QUE A ERA DE AQUÁRIO JÁ CHEGOU À SOCIEDADE ATUAL?



Quem levar em consideração as três etapas da realização do impulso espiritual de Aquário para pesquisar a sociedade onde vive chegará às mais diversas conclusões. De qualquer modo, podemos notar que o caminho do impulso espiritual leva longo tempo, desde o início até a perfeita revelação à humanidade. Passam-se séculos! Essa é também a razão pela qual Rudolf Steiner e Jan van Rijckenborgh têm diferentes perspectivas sobre o início da Era de Aquário.
O primeiro impulso acontece quando a primeira estrela da constelação de Aquário se aproxima do horizonte, exatamente do mesmo modo que o sol já emite sua luz antes mesmo de nascer no horizonte. Essa é a situação que Jan van Rijckenborgh sugere quando fala sobre o ano de 1908. Em 1968, os primeiros grupos de jovens começaram a responder à constelação de Aquário em nível emocional e mental. O movimento hippie dos anos 60 é uma expressão desse fato.

A completa manifestação de Aquário

A colheita cultural desse impulso apenas será revelada plenamente depois de muitos séculos. Ela se manifestará como uma era cultural em que a humanidade ajustará sua ação ao impulso de Aquário. Essa é a fase que Steiner relaciona ao ano de 3574. Essa fase é o auge da Era de Aquário. Contudo, de uma perspectiva espiritual, este período em que vivemos já possui a semente da manifestação total. Afinal, a aurora de um novo ano estrelar despontou, pois Aquário é a última etapa no ciclo de um ano estelar, que dura cerca de 26.000 anos.

Os momentos decisivos estão no agora

A revelação progressiva de um impulso espiritual é ao mesmo tempo coletiva e individual. Tanto a humanidade como o ser humano passam por essa revelação. A Era de Aquário abre oportunidades libertadoras e espirituais: é para elas que Jan van Rijckenborgh apontou, por exemplo, nas cinco conferências de Aquarius, encontros espirituais rosa-cruzes realizados em vários países na década de 1960. Nessas conferências, ele explicou como o buscador deve trabalhar com os raios de Aquário para caminhar na senda que os libertará da roda da vida e da morte. Essa senda impulsiona a alma humana a realizar o renascimento espiritual e a voltar ao campo divino original – ao reino de Deus, onde a alma se religa com a luz do Espírito.
Para os rosa-cruzes, essa senda não está no passado ou no futuro, mas é uma realidade no agora! Todos os que clamam por essa libertação do âmago do ser reconhecerão que este mundo, com seu ciclo de vida e morte, não é sua verdadeira morada – e poderão encontrar sua mudança espiritual a qualquer momento. A Era de Aquário lhes oferece a “água” de possibilidades totalmente novas.

© 2015 - LECTORIUM ROSICRUCIANUM
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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

GERAÇÃO AQUÁRIO



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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

NOVA ERA DE AQUÁRIO!





Prediz-se que a Era Aquariana será uma era de fraternidade universal baseada na razão onde será possível solucionar os problemas sociais de maneira equitativa para todos e com grandiosas oportunidades para o desenvolvimento intelectual e espiritual, dado que Aquarius é um signo aéreo, científico, intelectual e o seu planeta regente, Urano, é associado com a intuição (conhecimento acima da razão) e percepções diretas do coração e, a nível mundano, este planeta rege a electricidade e tecnologia.
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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

MICROSOFT DESISTE DE EXIBIR AVISOS CONTRA INSTALAÇÃO DO CHROME NO WINDOWS 10



A Microsoft parece ter desistido da ideia de começar a exibir avisos para que usuários evitassem fazer o download do Firefox ou do Chrome, que irritou algumas pessoas que faziam parte do programa de testes Windows Insider.
Quando questionado sobre o tema pelo site ZDNet, um representante da Microsoft afirmou que o aviso foi apenas um experimento que já foi cancelado. Ele começou a ser notado pelos usuários da compilação 17744 do Windows 10 para Insiders, mas uma nova atualização eliminou a função, que não estará presente na versão que será distribuída para o público em outubro.
“Nós testamos essa funcionalidade apenas com Insiders. Os usuários continuam no controle e podem escolher seu navegador preferido. Estes avisos foram eliminados da nova compilação Insider do Windows 10. Eles não estarão na versão final da atualização de outubro, que deve ser liberada nas próximas semanas”, diz o comunicado. Vale notar que, para o público Insider, a atualização de outubro pode sair, na verdade, em setembro.
Muito provavelmente a mudança se deve ao incômodo causado aos usuários que simplesmente não querem usar o Edge e preferem usar outros browsers.
Ao tentar abrir o instalador do Chrome ou do Firefox, o Windows mostrava janela aparece na tela dizendo: “você já tem o Microsoft Edge – o mais seguro e mais rápido navegador para Windows 10”.
Logo abaixo, o usuário tinha duas opções: abrir o Edge ou instalar o navegador rival mesmo assim. Havia também um link para as configurações do Windows, de onde era possível impedir que esse tipo de aviso volte a aparecer.

Microsoft desiste de exibir avisos contra instalação do Chrome no Windows 10"
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sexta-feira, 27 de julho de 2018

ANJOS - O RAPPA

- julho 27, 2018 Nenhum comentário:
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

BRASIL PIORA EM RANKING E TEM 21 DAS 50 CIDADES MAIS VIOLENTAS DO MUNDO

Em dois anos, o Brasil passou a ter cinco cidades a mais na lista das 50 mais violentas do mundo, divulgada pela ONG mexicana Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal nesta segunda-feira (25). O país aparece agora com 21 cidades na lista. Em 2014, 16 cidades brasileiras faziam parte da lista mundial.

O ranking apontou Caracas, capital da Venezuela, como a cidade mais violenta do mundo. Fortaleza, que ficou na 12ª colocação geral, foi a líder em mortes violentas no Brasil.
O destaque negativo no país é a região Nordeste, que aparece com um quarto dos municípios mais violentos do planeta.
Para fazer o cálculo do ranking, a entidade usa a taxa de número de homicídios por cada 100 mil habitantes. A pesquisa avalia apenas os municípios com mais de 300 mil habitantes.

A violência epidêmica está em disparada galopante. Isso ocorre desde 1980, quando tínhamos 11 mortos para cada 100 mil pessoas; em 2012, pulamos para 29 para cada 100 mil habitantes (veja Mapa da Violência). Tanto os governantes (perdidos na corrupção endêmica, de que a Petrobras e o metrô de SP são repugnantes exemplos) como outras lideranças nacionais (com raras exceções, topeiras ideológicos de esquerda ou de direita, liberal ou conservador, que não conseguem enxergar nada além das suas contas bancárias), incluindo-se também a sociedade civil (insolidária e fortemente ignorante: ¾ são analfabetos funcionais), continuam com os olhos tapados para a cruenta realidade (que vem provocando êxodos imensos em vários bairros periféricos dos grandes centros urbanos). De uma peste leprosa (violência epidêmica) não se pode esperar boa coisa. A paciência do povo tem limite (ainda que se trate de um povo amedrontado, conformista e acovardado pelo ambiente hostil). Povo que parece estar se acostumando com a violência, como se fosse uma lei da natureza.

Mudanças

No levantamento de 2014, Maceió era a líder nacional. A capital alagoana agora é a quinta menos segura do país.
Belo Horizonte foi a única cidade nacional a deixar a lista de 2014. A outra diferença positiva é que, em 2014, o Brasil tinha três das 10 mais violentas, e agora nenhuma aparece nesta faixa.
Na lista divulgada nesta segunda, Fortaleza aparece com taxa de homicídio de 60,77 --praticamente a mesma de Natal (60,66) e da Grande Salvador (60,63).
A região Nordeste, por sinal, é a que tem mais cidades no ranking –além das nove capitais, completam a lista Campina Grande (PB) e Feira de Santana e Vitória da Conquista (ambas na Bahia). Em 2014, eram nove cidades nordestinas na lista:Teresina, Feira de Santana e Vitória da Conquista não estavam.
No ranking mundial, a capital venezuelana (com taxa de 119,8 assassinatos por cada 100 mil habitantes) tomou o lugar de San Pedro Sula, em Honduras, que liderava o ranking desde 2012 e, agora, tem índice de 111,03 mortes por 100 mil pessoas.
O relatório cita que, apesar de o Brasil ser o país com mais cidades na lista, as taxas das oito da Venezuela chamaram mais a atenção. "O nível de violência nas cidades de 300.000 ou mais habitantes é maior na Venezuela. No Brasil, a taxa média foi de 45,55 homicídios por 100 mil habitantes, enquanto isso na Venezuela foi 74,65", destaca José Antonio Ortega Sánchez, presidente da ONG mexicana.
Além dos munícipios do Brasil e da Venezuela, completam a lista cinco cidades do México, quatro da África do Sul e dos Estados Unidos, três da Colômbia e duas de Honduras.

Cidades mais violentas no Brasil*:

12º Fortaleza - 60,77
13º Natal – 60,66
14º Salvador (e Região Metropolitana) – 60,63
16º João Pessoa – 58,40
18º Maceió – 55,63
21º São Luís – 53,05
22º Cuiabá – 48,52
23º Manaus – 47,87
26 Belém – 45,83
27º Feira de Santana (BA) – 45,50
29º Goiânia (e Aparecida de Goiânia) – 43,38
30º Teresina – 42,64
31º Vitória – 41,99
36º Vitória da Conquista (BA) – 38,46
37º Recife – 38,12
38º Aracaju – 37,70
39º Campos dos Goytacazes (RJ) – 36,16
40º Campina Grande (PB) – 36,04
43 Porto Alegre – 34,73
44º Curitiba – 34,71
48º Macapá – 30,25
*taxa por cada 100 mil habitantes
- janeiro 27, 2016 Nenhum comentário:
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Marcadores: Comportamento

domingo, 24 de janeiro de 2016

ÁGUA: CUIDAR PARA NÃO ACABAR

Ao contrário do que parece, a água é um recurso natural esgotável. Estudos sobre o sistema hídrico mundial são unânimes em indicar que, se a média de consumo global não diminuir no curto prazo, teremos problemas de escassez. O Brasil, que tem uma parcela significativa de água doce, também está ameaçado




Você acorda de manhã, acende a luz, toma um banho quente e prepara o café. Após se alimentar, limpa a boca com um guardanapo e lava a louça. Vai ao banheiro, escova os dentes e está pronto para dirigir até a escola para mais um dia de trabalho. Se parar para pensar, vai ver que, para realizar todas essas atividades, foi preciso usar água. A energia vinda das quedas d’água (via hidrelétricas) é que faz lâmpadas acenderem, chuveiros aquecerem e geladeiras refrigerarem. E para produzir o guardanapo que você passou pela boca é necessária muita água. Sem esquecer que o combustível de seu carro também contém a substância. 
Usando uma expressão que tem a ver com o tema, seria "chover no molhado" dizer que a água é essencial para a nossa vida. 

Sem ela em quantidade e qualidade adequadas, não é apenas o desenvolvimento econômico-social e a nossa rotina que ficam comprometidos, mas também a nossa própria sobrevivência. Só existimos porque há água na Terra. Por isso, a disponibilidade desse recurso é uma das principais questões socioambientais do mundo atual. De acordo com o relatório trienal divulgado em 2009 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em 2025, cerca de 3 bilhões de pessoas - mais da metade da população mundial - sofrerão com a escassez de água. "Se a média de consumo global não diminuir, o cotidiano da população pode ser afetado drasticamente, inclusive no Brasil", diz José Galizia Tundisi, presidente do Instituto Internacional de Ecologia de São Carlos e autor de livros sobre o tema 
Para ficar por dentro do assunto, o primeiro passo é compreender que, diferentemente do que ocorre com as florestas, a água é um recurso que tem quantidade fixa. Em teoria, dá para reflorestar toda a área desmatada da Amazônia, pois as árvores se reproduzem. Mas não é possível "fabricar" mais água. Segundo O Atlas da Água, dos especialistas norte-americanos Robin Clarke e Jannet King, a Terra dispõe de aproximadamente 1,39 bilhão de quilômetros cúbicos de água, e essa quantidade não vai mudar. Desse total, 97,2% dela está nos mares, é salgada e não pode ser aproveitada para consumo humano. Restam 2,8% de água doce, dos quais mais de dois terços ficam em geleiras, o que inviabiliza seu uso. No fim das contas, menos de 0,4% da água existente na Terra está disponível para atender às nossas necessidades. E a demanda não para de crescer. 


A ESCASSEZ HÍDRICA NA ÁFRICA É UM PROBLEMA ECONÔMICO
Robin Clarke e Jannet King fazem um alerta: "Não se engane: o abastecimento de água no mundo está em crise, e as coisas vêm piorando". A crise a que eles se referem pode ser de três tipos. Há escassez física quando os recursos hídricos não conseguem atender à demanda da população, o que ocorre em regiões áridas, como Kuwait, Emirados Arábes e Israel, ou em ilhas como as Bahamas. E existe a escassez econômica que assola, por exemplo, o Nordeste brasileiro e o continente africano. Há ainda regiões ou países que vivem sob o risco de crises de abastecimento e de qualidade das águas pelo uso exagerado do recurso. Austrália, Espanha, Inglaterra, Estados Unidos e Japão sofrem com isso. "A recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU) é que o consumo médio seja de 50 litros diários por habitante.

- janeiro 24, 2016 Nenhum comentário:
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Marcadores: Mundo

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Coreia do Norte anuncia teste com bomba H e surpreende o mundo

Reações internacionais foram imediatas. Conselho de Segurança da ONU recebeu pedido de uma reunião de emergência para tratar do assunto.

A Coreia do Norte assustou o mundo nesta quarta-feira (6) ao anunciar um teste com uma bomba de hidrogênio. Se for confirmado, esse será o quarto teste nuclear da Coreia do Norte desde 2006.
O anúncio veio depois que o Serviço Geológico Americano registrou um terremoto de 5.1 graus na região. O tremor foi no nordeste da Coreia do Norte, a cerca de 600 quilômetros da capitalPyongyang. Esse terremoto pode ter sido provocado pela explosão da bomba.
O epicentro do tremor foi em Punggye-ri, onde fica uma das instalações que é usada para testes nucleares no país. Essa notícia é o destaque no mundo todo. As explosões dos testes dos anos anteriores não foram muito distantes do local registrado nesta quarta-feira (6). A diferença é: a bomba desta quarta-feira (6), confirmando ser de hidrogênio, pode ser bem mais poderosa.
Logo depois do alerta de tremor na região, entrou no ar um boletim da TV norte-coreana, que diz: "o primeiro teste com uma bomba de hidrogênio foi realizado às dez horas de hoje.”
A reação dos países vizinhos foi imediata: o ministro das Relações Exteriores do Japão, Fumio Kishida, afirmou que o teste é "uma ameaça à paz e à estabilidade no mundo."
Na China, uma das poucas parceiras da Coreia do Norte, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores disse que o país não foi avisado oficialmente sobre a explosão, mas que Pequim se opõe firmemente ao teste e vai trabalhar para desnuclearizar a península coreana.
Na Coreia do Sul, a presidente Park Geun-hye usou o termo "provocação" e disse que "os norte-coreanos terão que pagar um preço por esse teste.”
O ministro das Relações Exteriores esteve em Seul com o embaixador dos Estados Unidos no país.
A ONU já recebeu o pedido para uma reunião do Conselho de Segurança. Quem sabe nesta quarta-feira (6) não saem novas sanções contra a Coreia do Norte, que já sofre punições pelos testes anteriores, mas parece que não surtiram efeito. Outras potências mundiais também já se manifestaram contra esse teste.
O ministro de Relações Exteriores britânico, aliás, foi pego de surpresa na Ásia. Philip Hammond, que está em Pequim para uma viagem oficial, classificou o episódio como uma grave quebra das resoluções da ONU e defendeu novas sanções.
O governo americano também se manifestou. Os Estados Unidos disseram que ainda não conseguiram confirmação sobre o teste da bomba de hidrogênio, mas prometeram uma resposta apropriada às provocações da Coreia do Norte. Os norte-coreanos alegam que essa tecnologia é uma reação à política hostil dos Estados Unidos.
- janeiro 22, 2016 Nenhum comentário:
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Marcadores: Mundo

Desastre ecológico em Mariana provocado pela ganância das multinacionais

Maior desastre ecológico brasileiro causado pela Samarco poderia ter sido evitado. Ocorreu quando o Governo decide baixar os parâmetros de concessões ambientais em “empreendimentos estratégicos”.
14 de Novembro, 2015 - 15:02h

Em Mariana, no estado de Minas Gerais, deu-se o maior desastre ecológico da história recente brasileira, com rompimento das barragens de dejectos de provenientes da mineração exploradas pela empresa Samarco. O desastre aconteceu precisamente na altura em que o Governo e as multinacionais  pressionam pela flexibilização das regras de licenciamento ambiental.
O rompimento das barragens provocou a morte de um número de pessoas que ainda não está contabilizado, destruiu a cidade e a lama tóxica provocou danos irreparáveis na fauna e flora e atingiu, entre outros, o Rio Doce, que irá espalhar os químicos ao longo de todo o seu curso até ao mar (atravessando zonas protegidas de floresta de Mata Atlântica). Além disso, terá um efeito imediato no abastecimento público de água. O mais grave é que todos estes danos poderiam e deveriam ter sido evitados.
Coincidentemente, o projeto “Agenda Brasil”, que será discutido em breve no Congresso e que define um conjunto de propostas teoricamente destinadas a tirar o país da crise, inclui também Projetos de Lei destinados a alterar a legislação ambiental, sobretudo para simplificar o licenciamento. Na sua ótica, a proteção e segurança do meio ambiente e das populações afetadas é vista como um entrave ao desenvolvimento trazido pelas multinacionais. Entre os Projetos de Lei destaca-se um, proposto pelo senador Romero Jucá (do Partido do Movimento Democrático Brasileiro), segundo o qual os “empreendimentos de infraestrutura estratégicos para o interesse nacional” (como estradas, ferrovias, portos, aeroportos, empreendimentos de energia e quaisquer outros destinados à exploração de recursos naturais) devem ser regidos por regras mais facilitadas de Licenciamento Ambiental. Dilma Rousseff já anunciou que vai multar a empresa mineira responsável pelo desastre, a Samarco Mineração, em 250 milhões de reais. A Samarco é propriedade da Vale e da BHP Billiton, as duas maiores empresas mineiras do mundo.
Em Portugal, o grupo de preparação para a ida à Cimeira do Clima, em Paris, manifesta a sua solidariedade com os atingidos pelo rompimento da barragem de resíduos de  minérios em Rio Doce e pela punição da Samarco e emitiu o seguinte comunicado:
Não Foi um Acidente
O Brasil possui uma das maiores reservas de terras raras do mundo (são 17 elementos químicos em cerca de 40 mil toneladas cúbicas utilizados na produção de altas tecnologias), porém, não existe legislação específica para a exploração do conjunto de minerais. Isso nos demonstra o quanto a União e os estados brasileiros estão subordinados aos interesses das empresas mineiras, com o discurso de superavit primário e balança comercial positiva, já que este sector tem dado um salto significativo na receita nacional.
No Brasil está a exploração da maior mina a céu aberto de ouro do mundo, localizada em Paracatu (Minas Gerais). Estudos do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) de 2014, comprovam a contaminação com níveis elevados de arsénio, um metal pesado e que causa diversos tipos de cancro. Os trabalhadores da empresa estão com 25 vezes mais do que o mínimo suportável de arsénio no corpo e a população está com 5 a 10 vezes mais do que o tolerável.
No campo económico, existem diversos casos de irregularidades cometidas pelas empresas mineiras, relacionados com a evasão de divisas, sonegação de impostos, falta de informações sobre produtos e quantidades extraídas e comercializadas no mercado internacional. Esses crimes contra o estado brasileiro são cometidos enquanto o sector recebe incentivos fiscais para novos empreendimentos e isenção de fiscal para commodities exportadas – os minérios.
Abastecimento de água para população
Acabou de se viver uma imensa tragédia na cidade de Mariana, estado de Minas Gerais, onde se deu o rompimento da barragem de resíduos que continha produtos químicos nocivos para a saúde humana, inerente à exploração e transformação do mineral para utilização de produtos químicos pela Samarco, uma empresa mineira. A lama alcançou o Rio Doce, um dos maiores do país, no dia 6 e comprometeu a captação de água de várias localidades. O serviço de abastecimento do município vai interromper a captação de água até fazer uma análise da qualidade e testar se é possível o seu tratamento para normalizar a captação. Esse procedimento está sendo adotado por todos os municípios que captam água do Rio Doce até ao estado do Espírito Santo. Como consequência, pode faltar água a 800 mil habitantes.
Até quando iremos manter a lógica destrutiva (de todos os pontos de vistas) de satisfazer os interesses das multinacionais?
Até quando iremos manter a lógica destrutiva (de todos os pontos de vistas) de satisfazer os interesses das multinacionais? Serão necessários quantos mais trabalhadores mutilados, enlouquecidos e mortos? Quantos rompimentos de barragens serão necessários? Quantas pessoas serão vitimas de cancro, causadas pela exploração mineral?
Há números controversos de mortos e desaparecidos. Segundo os bombeiros, mais de 500 pessoas foram resgatadas. As autoridades confirmaram a morte de três pessoas: um funcionário da mineira que teve um mal estar súbito no momento do rompimento, um homem encontrado no Rio Doce próximo a Barra Longa e uma criança de 7 anos do Distrito de Bento Rodrigues que foi levada pela lama. A Samarco apontou 13 trabalhadores desaparecidos. A prefeitura divulgou a lista oficial de atingidos, da qual constam 12 pessoas de Bento Rodrigues, totalizando portanto 25 desaparecidos. Militantes do MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens) conversaram com diversos atingidos que relataram ter parentes desaparecidos, outros presenciaram o momento que a lama arrastou moradores, portanto o número de vítimas provavelmente será maior do que os dados que estão a ser divulgados.
Logo da campanha "Não foi um acidente"
Resíduo Tóxico
A lama da barragem era proveniente da mineração de ferro. Segundo relato de trabalhadores do sector, o resíduo contém ferro e metais pesados como mercúrio e arsénio, que são altamente tóxicos. Numa entrevista coletiva, o presidente da Samarco afirmou que o resíduo é inerte e não prejudica os seres humanos, garantiu que a lama contém apenas barro e restos de minério de ferro, que a causa do rompimento foi o abalo sísmico registado nos observatórios. Essa não é a opinião dos atingidos que tiveram contacto com a lama, muitos relatam mal estar, tonturas, dor de cabeça, dor na garganta. Os voluntários que faziam o atendimento inicial das vítimas também relataram que os atingidos apresentavam sintomas de intoxicação: tonturas, náuseas, dor de cabeça e confusão mental. Além disso, se o abalo sísmico foi capaz de mover o suficiente para fazer a barragem romper, por que não rachou ou derrubou as instalações da empresa? Por que os prédios nas cidades não caíram nem tiveram rachas depois do ocorrido?
A água coletada pelo SAAE (Serviço de Água e Esgoto) de Valadares aponta um índice de ferro 1.366.666% acima do tolerável para tratamento – um milhão e trezentos mil por cento além do recomendado. Os níveis de manganês, metal tóxico, superam o tolerável em 118000%, enquanto o alumínio estava presente com concentração 645000% maior do que o possível para tratamento e distribuição aos moradores. Pelos cálculos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), 50 milhões de metros cúbicos de lama foram libertados no ecossistema com o rompimento das barragens.
A empresa é responsável pela construção, manutenção e garantia de que a obra opere corretamente e em segurança. Portanto, qualquer ocorrido é de responsabilidade da empresa mineira.
O Ministério Público de Minas Gerais já designou cinco promotores para investigar as causas e responsabilidade do desastre. O promotor Carlos Eduardo Pinto informou que serão realizados testes para constatar se a lama é tóxica. Para o MAB, a divulgação sistemática dessa informação parece uma estratégia da empresa para se eximir das responsabilidades. A empresa é responsável pela construção, manutenção e garantia de que a obra opere corretamente e em segurança. Portanto, qualquer ocorrido é de responsabilidade da empresa mineira.
O desastre do Rio Doce
Quem foi responsável?
A Vale do Rio Doce foi privatizada em 1997 por Fernando Henrique Cardoso por 3 mil milhões de R$, quando no mercado a sua avaliação era de 100 mil milhões de R$. Depois de privatizar este sector, Fernando Henrique desregulamentou o pagamento de impostos de circulação de mercadorias e serviços.
A Samarco Mineração é propriedade da Vale (50%) e da anglo-australiana BHP Billiton (50%), as duas maiores empresas mineiras do mundo. A Samarco é a 10ª maior exportadora do Brasil. No ano de 2014, a Samarco obteve um lucro líquido de 2,8 biliões de reais. A Vale foi uma das maiores financiadoras das campanhas eleitorais de 2014, contribuindo com aproximadamente 26,5 milhões R$ para diversas candidaturas e partidos. Obteve, de abril a junho de 2015, um lucro líquido de 5,14 mil milhões de reais, enquanto a BHP obteve 6,42 mil milhões de dólares até junho de 2015. Portanto, estamos a falar de algumas das maiores empresas do mundo. Mesmo com todo esse lucro, essas empresas mineiras negaram-se a investir o mínimo em segurança necessária para evitar uma catástrofe de tamanha magnitude.
Punição e reivindicações
Reivindicamos muito mais do que multas que nunca foram e não serão pagas.
Queremos a punição dos gerentes e executivos da VALE, BHP Billiton e Samarco, e federalização do caso na justiça como crime inafiançável.
Indemnização às famílias dos atingidos pelo desastre.
Repasse direto dos recursos das empresas mineiras para a possível revitalização do ambiente.
Maior Regulação do sector de mineração.
- janeiro 22, 2016 Nenhum comentário:
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Marcadores: MEIO AMBIENTE

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Cidades Sustentáveis e seus Desafios


Política sustentável nas cidades pode garantir um equilíbrio entre meio ambiente e desenvolvimento.
A economia de água é um fatores que contribuem para uma cidade ser considerada sustentável. Nos últimos anos, está sendo muito discutido o futuro das cidades e da população devido à crise hídrica vivida pelo Brasil.
Outros indicadores como a correta destinação dos resíduos sólidos, melhorias na mobilidade urbana, priorizar a qualidade de vida da população no ambiente urbano, promover a eficiência enérgica e minimizar a poluição atmosférica também estão dentro das bases de diretrizes para uma cidade ser sustentável.
Neste âmbito de discussão, especialista, estudantes e sociedade civil estarão reunidos para debater modelos exemplares e que deram certo em outros países, na perspectiva de aplicar nos municípios brasileiros.
“Montar esse ambiente de interação de conhecimento será eficaz para pensarmos de que forma podemos adaptar ações efetivas de outros países, em prol do meu ambiente, nas nossas cidades”, afirmou Breno Carone, presidente do Consórcio Intermunicipal da Bacia Hidrográfica do Rio Paraopeba (Cibapar). Ele ainda frisou que é preciso “pensar no futuro e no tipo de ambiente que queremos viver”.
Além da escassez de água, outros temas serão discutidos, entre eles estão esgotamento sanitário, tratamento de água e consumo e a importância da preservação e educação ambiental nas escolas.
No primeiro dia do evento, 21 de outubro, o consultor internacional na área ambiental, Albert Appleton é o idealizador do sistema de água em Nova Iorque. Appleton é um dos destaques do Fórum das Águas “Cidades Sustentáveis e seus Desafios” que será realizado nos dias 21, 22 e 23 de outubro, no Teatro Inhotim.
Outros palestrantes e a programação completa podem ser conferidos no site www.cibapar.org.br/forum-das-aguas
Fórum das Águas “Cidades Sustentáveis e seus Desafios”
Quando: 21, 22 e 23 de outubro
Onde: Teatro Inhotim (Rua B, nº.20 – Brumadinho –MG)
Inscrições gratuitas: www.cibapar.org.br/forum-das-aguas
*Doe 1kg de alimento não perecível.

- outubro 14, 2015 Nenhum comentário:
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domingo, 19 de janeiro de 2014

Mudança climática global e o Brasil




 A atmosfera equilibra a temperatura do planeta

Pode parecer estranho, mas o efeito estufa é uma coisa boa. Há um efeito estufa natural, sem o qual a vida como conhecemos seria impossível. A energia solar aquece a superfície da Terra, a qual difunde, por sua vez, energia através da atmosfera para o espaço. Dessa forma, há um equilíbrio entre a radiação que entra e a que sai da atmosfera.
Efeito estufa é o nome dado ao processo pelo qual gases da parte baixa da atmosfera, tais como o dióxido de carbono, o metano e o vapor d`água são aquecidos pela radiação liberada pela superfície da Terra. A atmosfera então irradia o calor de volta para o solo – acrescentando mais calor àquele que a Terra já recebe do Sol. Na verdade, o solo é aquecido mais pela atmosfera do que diretamente pelos raios de sol.  Sem o efeito estufa natural, a temperatura média da Terra seria cerca de 34 graus Celsius mais fria do que é hoje.
É o aumento do efeito estufa, também chamado de aquecimento global, que a maioria dos cientistas acredita que está alterando o clima do planeta. A concentração de gases que provocam efeito estufa na atmosfera está aumentando devido às atividades de uma população humana em crescimento como a queima de combustíveis fósseis (carvão, gasolina e gás natural) para a produção de energia, e também devido à expansão da agricultura e ao desmatamento. O aumento na concentração desses gases eleva a quantidade de radiação presa próxima à superfície do planeta.
Hoje, a maioria dos cientistas acredita que as atividades humanas exerceram um efeito sobre o clima do mundo e que estas atividades terão mais influência climática no futuro. Contudo, alguns aspectos científicos do tema ainda estão sendo discutidos, tais como o quanto exatamente o clima vai mudar e os impactos que essas mudanças terão sobre as diferentes partes do mundo.
Influências HumanasHá cerca de 200 anos, a Revolução Industrial inaugurou uma  era em que os humanos dependem de combustíveis fósseis para fazer funcionar as máquinas usadas na indústria e no dia-a-dia. Desde então, o consumo das fontes de dióxido de carbono aumentou continuadamente, principalmente por causa da atividade industrial e do desmatamento. A população também só aumentou. Uma parte do dióxido de carbono liberado na atmosfera é absorvido pelas plantas ou dissolvido nos oceanos: as florestas e os mares funcionam como os “ralos” de carbono. Mas a atividade humana vem emitindo dióxido de carbono mais rápido do que dá para absorver naturalmente.
 Atividade humana aumenta emissão de gases de efeito estufa
Atividade humana aumenta emissão de gases de efeito estufa
Os cientistas têm medido seguidamente a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera nos últimos 40 anos. Durante esse período, a concentração do gás aumentou  cerca de 15%.Os registros dos níveis de carbono mais antigos, retirados de dentro de bolhas de ar presas nas geleiras da Antártida, se estendem ao longo de centenas de milhares de anos e mostram que os níveis de dióxido de carbono estão 31% mais altos do que antes da Revolução Industrial – e isso significa mais altos do que já estiveram nos últimos 20 milhões de anos. Outros gases do efeito estufa também têm seus níveis elevados: a quantidade de metano mais do que dobrou e o óxido nítroso aumentou mais de 17%. Além desses aumentos de concentração, os humanos ainda acrescentaram à atmosfera gases de efeito estufa que não existiam até o século XX, como os clorofluorcarbonos (CFCs). Nós estamos mudando a atmosfera mais rápido do que nunca.
Mudanças climáticas observadas
Em todo o planeta, tanto a terra quanto os oceanos esquentaram, mas as mudanças de temperatura variam de região para região. Os registros mostram que a Terra está cerca de 0,6ºC mais quente do que há um século, com a maior parte do aquecimento tendo acontecido nos últimos 40 anos. Todos os dez anos mais quentes da história foram registrados nos últimos 12 anos, segundo a agência meteorológica da ONU. 
No Brasil, a temperatura média anual aumentou em mais de 0,5ºC durante o século XX. O ano mais quente registrado até hoje foi 1998. Esse aquecimento aconteceu em todas as estações, embora seja um pouco mais acentuado nos meses de junho a agosto.
Os cientistas já checaram cuidadosamente as medições para garantir que erros ou outras influências como o crescimento das cidades não tenha afetado os resultados. Além disso, outros tipos de registros além das temperaturas atmosféricas, obtidos em muitos lugares, mostram que as temperaturas vêm mudando por um tempo mais longo. Por exemplo, a camada superficial dos oceanos esquentou, e o aquecimento se observa também pelo derretimento das geleiras, pela temperatura das camadas mais altas da crosta terrestre, pelo crescimento dos corais, dos sedimentos do fundo do mar e pelo crescimento das camadas internas dos troncos das árvores.
Esses registros adicionais mostram que o século XX foi o mais quente dos últimos mil anos. Os dados reforçam os registros das temperaturas, mostrando que os anos 90 foram a década mais quente do milênio no mundo todo, inclusive no Brasil. 
Bem como aumentos de temperatura, muitos outros aspectos do clima vêm mudando. Alguns países tiveram chuvas mais fortes, enquanto outros sofreram secas. Há pouca evidência de mudança de regime de chuvas no Brasil, embora um leve aumento no volume tenha ocorrido no último século. Um dado que reforça essa observação é que na bacia do Rio Paraná, que cobre um milhão de quilômetros quadrados e inclui São Paulo e Brasília, foi percebido um aumento de 15% no fluxo de água nas décadas mais recentes.
m muitas partes do mundo, houve uma redução do tempo de congelamento de lagos e rios e um aumento de ondas de calor. Geleiras do topo das montanhas encolheram, a espessura do gelo do Ártico no final do verão foi reduzida em 40% e os níveis do mar aumentaram entre 10 e 20 cm. Essas mudanças condizem com as mudanças climáticas e os cientistas acreditam que vão continuar sendo observadas no futuro, mas não é possível dizer com certeza que todas elas acontecem por causa do aumento do efeito estufa.
 Geleira Muir, no Alaska, derreteu de agosto de 1941 (esq.) a agosto de 2004 (dir.). Foto: NSIDC/WDC for Glaciology, Boulder, compiler. 2002, updated 2006. Online glacier photograph database.
Geleira Muir, no Alaska, derreteu de agosto de 1941 (esq.) a agosto de 2004 (dir.). Foto: NSIDC/WDC for Glaciology, Boulder, compiler. 2002, updated 2006. Online glacier photograph database.

Às mudanças que resultam do aumento da concentração de gases do efeito estufa se acrescentam ainda as flutuações naturais de ano para ano. Entre as influências externas no clima figuram flutuações na quantidade de energia emitida pelo Sol – por exemplo, devido às manchas solares -, e oscilações na órbita terrestre, chamadas ciclos de Milankovitch. Estas oscilações afetam a distância entre a Terra e o Sol, e em consequência a quantidade de energia solar que atinge a Terra, bem como o ângulo da superfície da Terra em relação aos raios solares, o que influencia a distribuição da energia do Sol.
Existem ainda muitas influências internas no clima, incluindo o efeito refrescante dos vulcões - que emitem partículas lá para o alto da atmosfera, e essas partículas refletem a luz do sol para fora da Terra -, as mudanças na capacidade de refletir luz da superfície graças à presença ou ausência de gelo, as variações nas correntes oceânicas, a deriva continental e outras mudanças geológicas, e as variações naturais nos gases de efeito estufa. O aquecimento devido às atividades humanas se superpõe ou é amenizado por essas variações naturais
Numa escala de tempo mais longa, a terra já foi mais quente e mais fria do que hoje, o período Cretáceo (de 120 a 65 milhões de anos atrás) era 5 a 7ºC mais quente do que hoje e as concentrações de dióxido de carbono muito mais elevadas. Um resfriamento aconteceu no Período Terciário até o Quaternário (2,5 milhões de anos atrás). Houve eras glaciais e períodos mais quentes se revezando a cada 100 mil anos aproximadamente ao longo do último milhão de anos. Os últimos 11.500 anos foram relativamente quentes com épocas curtas de frio como a Pequena Era do Gelo na Idade Média, que trouxe temperaturas mais frias para a Europa e causou migração da Islândia e da Groenlândia.
Durante milhares de anos, o clima mudou o comportamento humano, mas hoje os homens estão alterando o comportamento do clima. Registros longos mostram que embora as temperaturas variem naturalmente entre as eras glaciais e os períodos mais quentes, não há precedente de um aumento tão rápido na temperatura como tem acontecido nos últimos cem anos.
Mudanças climáticas previstas
 Eventos extremos são previstos
Eventos extremos são previstos
Se as atividades humanas mantiverem a emissão dos gases do efeito estufa como ocorre atualmente, os níveis de dióxido de carbono vão com certeza dobrar em relação aos níveis anteriores à era industrial até o final do século XXI. É possível que os níveis de dióxido de carbono possam atingir o triplo da concentração pré-industrial. No entanto, estão sendo feitos esforços para reduzir as emissões em muitos países. Se nós reduzirmos as emissões de gases ao nível em que estavam em 1990, a concentração de dióxido de carbono da atmosfera ainda vai aumentar até chegar ao dobro do nível pré-industrial. Para garantir que não haja mais aumentos nos níveis de dióxido de carbono da atmosfera, precisamos reduzir rapidamente as emissões a 60 ou 70% dos níveis atuais.
Essa grande redução é improvável, então provavelmente as mudanças no clima serão sentidas ao longo do próximo século. Os cientistas usam programas de computador que funcionam em poderosos supercomputadores para prever como será o clima no futuro. Os programas criam um modelo global, tridimensional, baseado nas leis da física sobre como a atmosfera, a terra e os oceanos se comportam. Os especialistas simulam primeiro o clima atual para validar a eficácia do modelo, então aumentam as quantidades de gases na atmosfera e simulam o clima novamente.
Uma duplicação da concentração de dióxido de carbono, esperada para antes do fim deste século, aumentaria a temperatura global de 1,4 a 5,8ºC no mundo todo e de 1 a 4ºC no Brasil. O aquecimento varia por região, mas o aquecimento no Nordeste seria maior do que no Sudeste, e o maior de todos aconteceria na Amazônia. O aquecimento também varia por estação do ano, com os períodos mais chuvosos, de dezembro a fevereiro, esquentando entre 1 e 4ºC e a estação mais seca, de junho a agosto, ficando entre 2 e 6ºC mais quente.
O aquecimento ao longo dos próximos cem anos vai provavelmente ser maior do que qualquer mudança de temperatura dos últimos 10 mil anos, ou seja, desde o início da civilização. Também é previsto que o nível de dióxido de carbono vai continuar a aumentar depois do ano 2100, e que a temperatura global vai aumentar ainda mais.
Não está claro como o aquecimento global vai mudar outros aspectos do clima no mundo. De um modo geral, o regime de chuvas deve aumentar mas a evaporação também aumentará, tornando os solos mais secos. Os estados do sul do Brasil provavelmente se tornarão mais úmidos, com o estado do Rio Grande do Sul possivelmente tendo um aumento de 5 a 20% nas precipitações. No entanto, a Amazônia pode se tornar mais seca, particularmente nos meses de março até maio, quando diminuição de chuvas de 5 a 20 % são previstas.
Os cientistas preveem ainda um grande número de eventos extremos, como temporais, enchentes, ondas de calor e secas. No fim do século, acredita-se que o nível do mar terá aumentado entre 9 e 88 cm acima dos níveis atuais. O nível dos oceanos aumenta porque a água se expande quando esquenta (como a maior parte dos materiais), e vai continuar a aumentar por séculos, porque os oceanos retêm o calor por muito tempo. O derretimento das geleiras eleva ainda mais o nível das águas.
Essas previsões são baseadas no pressuposto de que as mudanças no clima vão ocorrer gradativamente. No entanto, existem preocupações a respeito de que mudanças repentinas e drásticas possam vir a ocorrer, como aconteceram no passado, por causa de mudanças inesperadas nas correntes oceânicas, da liberação de gás durante o derretimento dos solos congelados, ou um colapso da cobertura de gelo na Antártida ocidental.
Impactos sobre o Brasil e o resto do mundo
 Desmatamento afeta capacidade regeneradora das florestas
Desmatamento afeta capacidade regeneradora das florestas
Alguns graus de aquecimento podem não parecer um problema muito sério, mas seus efeitos são perigosos. A seca pode afetar negativamente as espécies de árvores, incluindo alguns dos habitats mais ameaçados, como as áreas periodicamente inundadas da floresta amazônica, que contêm um grande número de espécies, como o macaco uacari e o recém-descoberto macaco-de-cheiro negro, nenhum dos quais é encontrado em mais nenhum outro  lugar do mundo.
Grandes extensões da Amazônia podem se tornar suscetíveis a incêndios devido a temperaturas mais altas e menos chuvas. Algumas espécies de árvores podem ser ameaçadas pelo crescimento aumentado de trepadeiras, alimentado pelas maiores concentrações de dióxido de carbono. O aumento no fluxo dos rios no Pantanal levará a enchentes mais frequentes, ameaçando os habitats de 700 espécies de aves e 70 espécies de mamíferos.

Em outras regiões da Terra, a elevação da temperatura vai aumentar o número de mortes relacionadas ao calor. A expansão de doenças infecciosas, como a malária, é esperada, à medida que insetos vetores poderão se mover em direção a regiões hoje muito frias para eles. Solos mais secos tornam mais difícil a produção de alimentos, alterando a distribuição atual do plantio de grãos, com populações de algumas áreas correndo maior risco de enfrentar fome. Há também um aumento no risco de pestes e pragas. Alterações no curso dos rios podem reduzir a quantidade disponível de água doce. Pequenos aumentos no nível dos mares aumentam o risco de grandes ondas que podem inundar áreas litorâneas baixas, causando a perda de pequenas ilhas e mangues. As florestas tropicais e savanas podem perecer, e muitas plantas e animais incapazes de se adaptar às modificações rápidas no clima podem se extinguir.
As sociedades precisam se adaptar a esses impactos negativos, mas pode também haver mudanças positivas em várias regiões. Por exemplo, o crescimento de florestas pode aumentar devido à elevação da concentração de dióxido de carbono, e algumas áreas podem ser beneficiadas em termos de turismo ou agricultura com as temperaturas mais altas, menos gelo, etc.
Se as mudanças climáticas que vivemos no final do século XX resultaram das atividades humanas, é provável que elas continuem a ocorrer neste século devido à longa duração dos gases do efeito estufa. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (cuja sigla em inglês é IPCC) é um grupo formado por mais de dois mil especialistas de todo o mundo, que aconselha os governos sobre os mais recentes avanços científicos no setor. Suas advertências levaram os governos a reconhecer a mudança climática como uma ameaça grave e a concordar em estabilizar a concentração dos gases do efeito estufa em níveis que evitariam uma interferência perigosa no clima mundial.
 Cidadãos pressionam governos por providências
Cidadãos pressionam governos por providências
A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças no Clima é uma série de acordos internacionais aprovada na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio em 1992. Nele, os países se comprometem a estabilizar as concentrações de gases do efeito estufa. Em Kyoto, no Japão, em 1997, propôs-se um protocolo exigindo que os países reduzam suas emissões, como um primeiro passo para estabilizar as concentrações de gases do efeito estufa na atmosfera. Embora muitas nações industrializadas tenham se comprometido a diminuir suas emissões, outros países,  como os Estados Unidos, precisam ainda ratificar o protocolo para que este entre em vigor.

Simon Torok, PhD, é escritor freelance, com diversas obras de divulgação científica publicadas. Atualmente trabalha como Gerente de Comunicação e Marketing da agência governamental australianaCSIRO.



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